sábado, 16 de dezembro de 2017

THE BEATLES - PAPERBACK WRITER - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY ARCHIVES COLLECTION EM VINIS COLORIDOS

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No dia 17 de novembro, oito álbuns de Paul McCartney (e Paul com os Wings) chegaram às lojas de discos em vinil preto e CD digipaks, além de versões de vinil a cores EXTREMAMENTE LIMITADAS de 180g. Os lançamentos da coleção de arquivos em novembro possuem downloads digitais e capas totalmente restauradas. As lojas de discos independentes são as únicas varejistas físicas nos EUA a vender as versões de vinil coloridas de edição limitada. Os álbuns são: McCARTNEY em vinil vermelho, McCARTNEY II em vinil claro, TUG OF WAR em vinil azul, PIPES OF PEACE em vinil prata, RAM em vinil amarelo, BAND ON THE RUN em vinil branco, VENUS AND MARS em vinil vermelho / amarelo, WINGS AT THE SPEED OF SOUND em vinil laranja, todos pesando 180g.

A Coleção Archive Collection, ganhadora do Grammy e aclamada pela crítica de Paul McCartney oferece aos fãs mais uma chance de completar suas coleções em 2017. A Paul McCartney Archive Collection estreou com o lançamento em novembro de 2010, com Band and the Run, que ganhou o Prêmio Grammy 2010 do Melhor Álbum Histórico, enquanto a Box Edição Deluxe, do clássico Wings Over America de 1976 recebeu o Grammy de 2013 como Melhor Pacote Especial de Edição Limitada. A edição mais recente foi a reedição este ano do 8º álbum de Paul, Flowers In The Dirt, que a Rolling Stone chamou de "um documento extraordinário", e o Observer o saudou como "talvez o maior disco a emergir do mundo em 1989. É um prazer absoluto e indescritível redescobri-lo hoje”. Cada lançamento na Coleção Paul McCartney Archive em curso é monitorado pelo próprio Paul, que supervisiona todos os aspectos de cada título de remasterização para a inclusão de faixas perdidas, outtakes, artworks, fotografias e vídeos de suas coleções pessoais. O resultado é uma das iniciativas mais ambiciosas desse tipo, que abrange mais de 40 anos de material clássico e acalorado, do compositor e artista mais bem sucedido da história da música.

PAUL McARTNEY – PARA O ALTO E AVANTE!

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Será que Paul McCartney ainda tem que provar alguma coisa a alguém, mesmo que esse alguém seja ele próprio? Parece que sim. Depois de quase 60 anos de uma carreira absolutamente fantástica e initerrupta, McCartney, do alto de seus 75 anos (que não aparenta de jeito nenhum), continua insistindo que a idade não chegou para ele. Esta semana, depois de uma noite com um show de mais 3 horas em Sydney, o intrépido Macca escalou uma ponte de quase 150 metros. É mole?
Sir Paul McCartney tornou-se o primeiro Beatle a escalar a Sydney Harbour Bridge de 134 metros. O esforço da lenda do rock na quarta-feira à tarde, foi um feito ainda mais impressionante, dado seus 75 anos de idade. Mais impressionante ainda foi o fato de ele ter conseguido a subida de 2 horas até o topo depois de sair para mais outro épico show de três horas. Na quarta-feira, Paul fez um sinal de paz enquanto posava do ponto mais alto da ponte com vista para a Sydney Opera House. Apesar da escalada cansativa, ele parecia cheio de energia.
Há quase 25 anos que a lenda da música tinha tocado pela última vez em Sydney. Celebridades e fãs de todas as idades se juntaram, impressionados pelo entusiasmo de Paul, que fez seu desfile habitual de sucessos.
Entre a multidão estava a Rainha do Pop da Austrália, Kylie Minogue, que publicou uma foto acolhedora no Instagram com Paul antes do show. McCartney começou a turnê australiana One On One em Perth no dia 2 de dezembro e encerrará em Auckland no dia 16 de dezembro.

PAUL McCARTNEY - OBRA DISSECADA EM LIVRO

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Escreveram-se centenas de livros sobre a música de Paul McCartney. Poucos são tão minuciosos e mais abrangentes do que Masters – Paul McCartney em Discos e Canções (Sonora Editora), do jornalista e músico paulista Cláudio Dirani, no qual ele mapeia a obra solo de McCartney em 640 páginas. Dirani é um especialista no assunto, e lançou, em 2005, um livro igualmente detalhista, Paul McCartney – Todos os Segredos da Carreira Solo. Dirani mantém um distanciamento crítico, apenas cita dados e fatos, sem opinar. É fã, mas não é um livro de fã, nem apenas para fãs. A paixão pelo ex-beatle transparece apenas no início do livro, quando escreve sobre uma entrevista, por telefone, dessas com tempo limitado, que não vai além de trivialidades. Vale como introdução, aperitivo para a extensa discografia de Sir James Paul McCartney. A história discográfica do beatle Paul vai de McCartney, o polêmico álbum que colaborou para detonar o grupo e azedar as relações do baixista com os integrantes da banda, até o mais recente e elogiado disco de inéditas New (2014). “No primeiro canal da máquina, ele cantou a canção de amor, acompanhado por seu violão Martin D-28, afinal a letra era bem curtinha. Depois, ocupou o segundo com mais um violão para dar corpo à base e apanhou um livro de sua biblioteca para servir como instrumento de percussão...”, detalhes da gravação de Lovely Linda, faixa do primeiro álbum solo, lançado quando Let it Be estava engatilhado para chegar às lojas. O mais mainstream, grosso modo, comercial, dos quatro Beatles, Paul McCartney, vez por outra, surpreendeu ao tomar decisões ousadas ou inusitadas. Foi assim há 30 anos, quando ainda existia a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Ele levou a banda ao estúdio e gravou um álbum com repertório sacado das suas memórias afetivas, o rock que escutava na adolescência. Queria lançar como se fosse um disco pirata. A EMI vetou e o projeto foi arquivado. Mas por pouco tempo. Por brincadeira, seu empresário, na época Richard Ogden, mandou fazer umas cópias em vinil, com a capa em russo, e o título: Choba B CCPP, lembrando Back in USSR, rock que Paul compôs para o Álbum Branco, dos Beatles. Ele gostou tanto da ideia que acertou com a gravadora estatal russa Melodya e lançou o álbum na Rússia. O primeiro de um superstar do rock ocidental a sair com exclusividade no país. Fez tanto sucesso que acabou sendo lançado pela EMI, e incluído na discografia oficial de McCartney. Dirani detalha o álbum, música a música, data de gravação, quem tocou o quê, assim como acontece nos demais discos. Não deixa de fora nem as sobras, nem lados B. Sabe-se, por exemplo, que The Song We Were Singing, do álbum Flaming Pie (1997), é uma viagem nostálgica de McCartney ao tempo em que começou a tocar com John Lennon. Convidou Bill Black, o baixista da primeira banda de Elvis Presley. Ao tirar um som com o contrabaixo de pau, ouviu que alguma coisa chacoalhava lá dentro. Era um jogo de cordas de violão. Do violão de Elvis Presley, que estava ali há 40 anos. O incansável McCartney mantém, desde os anos 90, projetos paralelos, alguns experimentais, iniciados já em 1977, com o álbum Thrillington, regravação instrumental do álbum Ram (1971), sob o pseudônimo de Percy Thrillington. Em 1993, com o ex-baixista do Killingjoke (banda inglesa dos anos 80), com quem fez o obscuro e experimental Strawberry, Ships, Ocean, Forest, creditado a The Fireman (o pai dele foi bombeiro -fireman), durante a Segunda Guerra. Ainda menos conhecido é Twin Freaks, de 2005. McCartney abriu os seus arquivos para Roy Kerr, ou Freelance Hellraiser, o mestre dos mashups (grosso modo, amálgama de músicas diferentes para formar uma terceira). Um dos mais interessantes projetos paralelos de Paul, saído em álbum duplo em vinil, e em formato digital. Paul McCartney em Discos e Canções pode ser uma obra de acompanhamento à música de Macca. Ouça-se determinado álbum, e leia-se sobre ele ao mesmo tempo. Os detalhes de cada um, com minúcias de cada faixa, levará a compreender mais o disco, ou até aprender a gostar de alguns que nem os fãs ardorosos apreciaram, caso de Press to Play, considerado um dos mais fracos da obra de McCartney.

THE BEATLES - GEORGE HARRISON - DON'T BOTHER ME

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"Don't Bother Me" (não me perturbe), foi a estreia oficial do jovem George Harrison, então com 20 anos, como autor de uma canção dos Beatles. O principal guitarrista da banda, conseguiu o mérito de comandar os rapazes em nada menos que três músicas – “Don’t Bother Me”, dele próprio, o clássico “Roll Over Beethoven”, de Chuck Berry e a menos notada regravação dos Beatles para “Devil In Her Heart” de Richard Drapkin que a gravou com o nome de Ricky Dee.

O álbum “With The Beatles” foi o segundo lançado por eles, em 22 de novembro de 1963, há 54 anos. No primeiro, ”Please Please Me”, George aparecia com duas: “Chains” (escrita pela dupla Goffin / King) e “Do You Want To Know a Secret?” de John Lennon e Paul McCartney, além dos seus solos espetaculares e absolutamente matadores como em “I Saw Her Standing There” - faixa que abre o disco e a carreira fonográfica dos Beatles.
Harrison escreveu a música enquanto estava doente e de cama em um quarto de hotel em Bournemouth, Inglaterra. Mais tarde ele diria: "Foi como um exercício para ver se conseguia escrever uma canção. Pelo menos isto me mostrou que tudo que eu precisava era continuar a escrever e então quem sabe eu escreveria algo bom". Os Beatles já tinham gravado duas canções compostas por George Harrison mas não as tinham lançado: "In Spite of All the Danger" (em parceria com Paul McCartney) e "Cry for a Shadow" (em parceria com John Lennon). Ambas só foram lançadas oficialmente em 1995 no álbum duplo Anthology 1.

O verso que diz: "So go away, leave me alone, don't bother me" - Então vá embora, deixe-me só, não me perturbe - não era comum em canções dos Beatles na época mas esses versos, se tornariam uma das mais marcantes características de George Harrison durante toda a vida"Don't Bother Me" mais tarde apareceria na cena da boate no filme "A Hard Day's Night.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

IMAGEM DO DIA - JOHN & PAUL

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THE BEATLES - DAY TRIPPER, YEAH!

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"Day Tripper" foi lançada como compacto com duplo lado A. O outro lado é outro clássico, "We Can Work It Out". Ambas as canções foram gravadas durante as sessões para do álbum Rubber Soul. O single chegou ao topo das paradas britânicas onde ficou por 5 semanas seguidas e a canção chegou a número cinco na Billboard americana em janeiro de 1966. O riff da canção é um dos mais reconhecidos na história da música popular. "Day Tripper" foi escrita sob pressão quando os Beatles precisavam de um novo single para o natal de 1965. John Lennon escreveu a maior parte da letra e a base do solo de guitarra e criou o riff que depois admitiria ser derivado de "I Feel Fine". Paul ajudou com os versos e sua linha de baixo foi inspirada em "Oh Pretty Woman" de Roy Orbison. A canção faz referências quase claras sobre o uso de drogas. John Lennon e George Harrison já estavam tomando ácido desde o verão quando foram apresentados ao LSD por um dentista londrino. A partir daí, John confessou que "tomava LSD o tempo todo". "Day Tripper" era um típico jogo de palavras de John, que queria refletir sobre a influência da crescente cultura das drogas. Era uma maneira de se comunicar com aqueles que, ao contrário dele mesmo, não podiam se dar ao luxo de ficar quase constantemente entorpecidos. "É só um rock", comentou Lennon. "Quem viaja de dia são pessoas que fazem uma viagem diurna, não é? Geralmente de balsa ou algo assim. Mas (a canção) era um pouco... 'você é só um hippie de fim de semana'. Entendeu?". A música fala sobre uma garota que engana o narrador. A descrição oblíqua da garota com uma "big teaser" (provocadora) era uma sabida referência ao termo "prick teaser" (provocadora de pênis), expressão usada pelos ingleses para se referir a mulheres que davam em cima dos homens sem a intenção de fazer sexo. "Day Tripper" foi lançada tanto na Inglaterra como nos EUA como single lado A duplo com "We Can Work It Out". Foi a música mais popular na Inglaterra em 1966 permanecendo várias semanas em primeiro lugar. Mas nos EUA seu auge foi a quinta colocação. Os Beatles declararam posteriormente que "We Can Work It Out " era a opção inicial deles para lado A. Confira alguns dos nomes que já regravaram Day Tripper: The Jimi Hendrix Experience, Mae West, Otis Redding, Sergio Mendes & Brasil '66, Anne Murray, Whitesnake, Electric Light Orchestra, James Taylor, Cheap Trick, Sham 69, Yellow Magic Orchestra, Daniel Ash, Gene Wooten, Ocean Colour Scene, Tok tok tok, Ian Hunter, The Punkles, Tommy Shaw, David Cook, Bad Brains, Type O Negative, Lulu, Nancy Sinatra, Fever Tree, Budos Band, J. J. Barnes, Ramsey Lewis.
Infelizmente, como vídeos dos Beatles estão ficando cada vez mais raros, quando deveria ser o contrário, a gente confere aqui as bandas cover The Fab Four e The Bootleg Beatles e, por último Paul McCartney.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

ÔBA - DOIS DISCAÇOS DO RINGO SERÃO REEDITADOS!

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Esta notícia é boa. Dois álbuns de Ringo Starr, “Ringo” de 1973 e “Goodnight Vienna”, de 1974, foram remasterizados para uma reedição mundial em vinil de 180 gramas. Ambos os álbuns, remasterizados por Ron McMaster no Capitol Mastering, serão lançados pela Capitol em 19 de janeiro de 2018. Além disso, o álbum de Natal de 1999 de Ringo, “I Wanna Be Santa Claus”, foi lançado pela primeira vez em vinil. Esse disco inclui as versões de Ringo para clássicos natalinos como "Rudolph the Red-Nosed Reindeer", "Winter Wonderland", "White Christmas" e, claro, "The Little Drummer Boy".
O excelente auto-intitulado “Ringo”, de 1973, produziu dois sucessos # 1 nos EUA, "Photograph" e "You’re Sixteen", bem como o # 5 "Oh My My". O álbum alcançou # 2 nos EUA e # 7 no Reino Unido. Todos os ex-Beatles se juntaram a Ringo para participar do álbum; Richard Perry produziu e seus notáveis músicos convidados também incluíram Billy Preston no órgão, Harry Nilsson, Klaus Voormann e Robbie Robertson no violão.
Ringo lançou seu quarto álbum solo, “Goodnight Vienna”, em 1974, acumulando ainda mais hits nos EUA. A cover de "Only You" de The Platters alcançou # 6, "Snookeroo" (escrita por Elton John e Bernie Taupin) foi ao # 3, assim como "No No Song". A faixa-título, "Goodnight Vienna", foi escrita por John Lennon. Perry, Preston, Voormann, Nilsson e Robertson voltaram a juntar-se a Ringo para colaborar no estúdio, entre outros. O 19º álbum solo de Ringo Starr, Give More Love, foi lançado no início deste ano. Ringo e sua All Starr Band confirmaram várias datas de uma turnê europeia para junho e julho de 2018.

PAT DiNIZIO - THE SMITHREENS - 1955 / 2017

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O cantor principal, guitarrista e compositor da banda de Nova Jersey "The Smithereens", Pat DiNizio, de 62 anos, faleceu anteontem, 12 de dezembro, quando estava se reabilitando de uma queda. The Smithereens estava planejando uma nova turnê para o início do ano. A banda postou sobre a morte de DiNizio em seu site: "É com grande tristeza que anunciamos a passagem de Pat DiNizio, cantor e compositor da influente banda de rock de New Jersey, The Smithereens - America's Band. Pat teve o toque mágico. Ele canalizou a essência da alegria e o desgosto em músicas pop de três minutos carregadas de gancho infundidas com uma paixão ao longo da vida pelo rock and roll. Pat estava ansioso para voltar à estrada e ver seus muitos fãs e amigos. Nossa jornada com Pat era longa, bem planejada e muito divertida. Crescemos juntos. Não sabíamos que não envelheceríamos mais juntos. Adeus Pat. Parece que foi ontem. Jimmy, Mike, Dennis".
"The Smithereens" foi formada em Nova Jersey em 1980 por Pat DiNizio (vocal, guitarra), Jim Babjak (guitarra), Mike Mesaros (baixo) e Dennis Diken (bateria). Lançaram treze álbuns, os destaques são "Green Thoughts" de 1988, e "Eleven" de 1989, que traz a faixa "A Girl Like You", o maior hit da banda. Tiveram pouca cobertura da mídia, talvez pelo estouro do grunge durante o auge da banda nos anos 90. Suas influências são as bandas dos anos 60, principalmente os Beatles. Depois de lançarem o disco "God Save the Smithereens" de 1999, passaram sete anos sem gravar nada até lançarem seus dois últimos álbuns: "Meet the Smithereens", um tributo aos Beatles contendo 12 faixas da fase beatlemania, de 2007, e "Chirstmas With the Smithereens", do mesmo ano com canções natalinas de covers do The Who, Ramones, Chuck Berry, Beach Boys, entre outros, além de canções próprias.

CARRINHO DE PAUL VENDIDO POR $1.8 MILHÕES

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O Aston Martin DB5 que pertenceu a Paul McCartney foi vendido na semana passada, em Londres, por 1.8 milhões de dólares, cerca de 1.52 milhões de euros. Considerado como um ícone do Reino Unido, este DB5, modelo exclusivo, foi comprado por Paul McCartney em 1964, e contava com um interior preto e a lataria azul. Entretanto, não só já pertenceu a vários colecionadores, entre eles Chris Evans (o Capitão América), como já mudou de cor. O Aston que pertenceu a McCartney agora é um cinza prateado.
Mas este não foi o único automóvel de um Beatle que brilhou no leilão que a Bonhams organizou em Londres. É que além deste DB5 exclusivo de Paul, passou por lá um Mini Cooper que pertenceu a Ringo Starr. É lógico que o Aston Martin DB5 de Paul foi o centro das atenções, mas o Mini do Ringo, alargado para poder transportar uma bateria – foi comprado por 137 mil dólares (116 mil euros) pela "Spice Girl" Geri Halliwell. Quanta diferença...$$$.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

GEORGE HARRISON - UM BEATLE NA CASA BRANCA

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Há 43 anos, George Harrison se tornou o primeiro Beatle a conhecer o presidente dos Estados Unidos. George, seu pai Harry, Billy Preston, Tom Scott e Ravi Shankar almoçaram na Casa Branca na tarde de 13 de dezembro de 1974, a convite do filho do presidente Gerald Ford, Jack. George foi o primeiro e único ex-Beatle a visitar a Casa Branca até então – Paul vistaria a Casa Branca em 2 de junho de 2010 a convite de Obama.Resultado de imagem para GEORGE HARRISON - GERALD FORD
Jack Ford disse que convidou George e seus amigos para a Casa Branca porque tinha sido convidado a ir aos bastidores do show de George em Salt Lake City. "Eles foram tão hospitaleiros comigo que eu queria retribuir a gentileza", disse ele. Ford estava frequentando a escola no estado de Utah em 1974. Um almoço de legumes e carne foi servido no solário enquanto o álbum de George 'Dark Horse' tocava ao fundo. Após o almoço, o grupo realizou uma visita à mansão guiados pela filha do presidente, Susan.

Tom Scott lembrou que eles foram levados para uma sala de conferências do lado de fora do Salão Oval para esperar até que o presidente se tornasse disponível. "Entramos na sala de reuniões dos presidentes com a mesa oval, a cadeira e os sinais dizendo: 'Secretário de Defesa', 'Secretário disso e daquilo' e sentamo-nos nas cadeiras, dando gargalhadas". Scott continuou dizendo que George e Billy tocaram um piano na sala, mas então chegou a hora de conhecer o presidente.
George e o resto do grupo se encontraram e conversaram com o presidente Gerald Ford no escritório oval por cerca de 20 minutos. George deu ao presidente um bottom com o “Om”, e em troca o presidente lhe deu um botão da “WIN” (Whip Inflation Now).Resultado de imagem para GEORGE HARRISON - GERALD FORD
Comentando seu encontro com o presidente Ford, George disse: "Ele parecia muito relaxado, ele era muito mais fácil de se encontrar do que eu esperava". Quando perguntado se o Presidente ouviu seu trabalho no passado, ele respondeu: "Não, ele não está tão familiarizado com minha música."

CHUCK BERRY - JOHNNY B. GOODE - SENSACIONAL!

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"Johnny B. Goode" é um dos maiores clássicos do Rock And Roll (senão o maior), escrito em 1955, por Chuck Berry e lançada pelo próprio somente em 31 de março de 1958. A música, de ritmo frenético e altamente dançante, se tornou uma das mais populares dos anos 50 e, de lá pra cá, já foi regravada milhares e milhares de vezes pelos mais famosos representantes do rock em todos os anos, de A a Z.
A música é sobre um "menino caipira" analfabeto da área rural de Nova Orleans, que toca violão apenas para passar o tempo, e como poderia um dia ter seu "nome brilhando nas luzes". Berry reconheceu que a música é parcialmente autobiográfica e que a letra original se referia a Johnny como um "menino de cor", mas ele mudou para "menino do campo" para garantir a reprodução nas rádios. Além de sugerir que o guitarrista é bom, o título sugere elementos autobiográficos, porque Berry nasceu no 2520 Goode Avenue, em St. Louis. A música foi inicialmente inspirada por Johnnie Johnson, o pianista regular da banda de Berry, mas se tornou uma música principalmente sobre o próprio Berry. O riff de guitarra da abertura é essencialmente uma cópia nota-por-nota do solo de abertura de um single de Louis Jordan "Is not That Just Like a Woman" de 1946, interpretado pelo guitarrista Carl Hogan. Na gravação de Berry, nem a introdução de guitarra nem o solo são tocados na mesma tomada. Berry tocou as partes introdutórias junto com a guitarra rítmica e, mais tarde, executou o solo. Chuck Berry ainda escreveu mais quatro músicas envolvendo o personagem Johnny B. Goode: "Bye Bye Johnny", "Go Go Go", "Johnny B. Blues" e "Lady B. Goode".
"Johnny B. Goode" é considerada uma das músicas mais reconhecidas na história da música popular. É creditada como "o primeiro hit do rock & roll sobre o estrelato". Também é classificada em 7º lugar na lista da Rolling Stone das "500 melhores músicas de todos os tempos". Foi considerada a 3° melhor canção de todos os tempos pelo site Squidoo, perdendo apenas para "Stairway to Heaven" do Led Zeppelin e "Imagine" de John Lennon. Foi incluída no "Voyager Golden Record", um disco fonográfico de 12 polegadas de ouro levado pela sonda Voyager como representação do Rock And Roll entre muitas outras realizações da humanidade. Em março de 2005, a Q magazine colocou "Johnny B. Goode", no número 42 em sua lista das 100 melhores faixas de guitarra. Em 2008, a Rolling Stone a colocou em primeiro lugar na sua lista das 100 melhores músicas de guitarra de todos os tempos. A Guitar World classificou a música em 12º lugar na lista dos "100 maiores solos de guitarra". Aqui, a gente confere o negão "pegando o santo" e fazendo um dos melhores solos que fez na vida. Go, Johnny, go!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

LOS LOBOS - SHAKIN SHAKIN SHAKES - SENSACIONAL!

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Desde 1974, os Los Lobos de East Los Angeles, têm explorado as possibilidades artísticas e comerciais do biculturalismo americano, movendo-se para trás e para frente entre suas raízes chicanas e seu amor pelo rock americano. Embora tenham tocado anteriormente em bandas de rock americanas, juntos decidiram experimentar instrumentos acústicos populares e explorar sua herança mexicana. Eventualmente, a experimentação de Los Lobos levou-os de volta aos instrumentos elétricos. Participaram de álbuns de Ry Cooder, Elvis Costello, Fabulous Thunderbirds, Roomful of Blues e Paul Simon, e sua música foi a trilha sonora de grandes filmes como La Bamba e Desperado.Resultado de imagem para los lobos
Em 1987, Los Lobos gravou várias músicas de Ritchie Valens para a trilha sonora da biografia de Valens "La Bamba". A trilha sonora ganhou dupla platina, e o sucesso da faixa-título, que vendeu mais de 2 milhões de cópias, juntamente com "Donna" e "Come On, Let's Go" levantaram muito o status de Los Lobos, e a boa vontade da crítica. Daí para a frente, só sucessos. Los Lobos tornou-se bem maior que La Bamba. Durante a década de 1990, a banda continuou a colher sucessos, lançando vários álbuns populares, incluindo The Neighbohood (1990), Kiko (1992) e Colossal Head (1996). Em 1993, a Slash Records colocou à venda um álbum retrospectivo intitulado Just Another Band From East LA: A Collection, emprestando o título de seu primeiro álbum e incluindo material de Los Lobos durante o início da banda, pouco conhecido e altamente cobiçado. Muitos dos Lobos exploraram projetos paralelos em 1990, como o álbum Latin Playboys (1994) de Hidalgo e Pérez. No entanto, a banda continuou a excursionar e gravar juntos. Em 1999, Los Lobos lançou This Time e em 2001 a banda recebeu o Billboard Century Award, a maior honra desta revista. No novo milênio, Los Lobos continuou em atividade, produzindo um excelente material, como seu primeiro álbum de shows, Live at the FillmoreLos Lobos transcenderam todos os limites culturais e políticos de uma banda de rock chicana. Hoje são considerados como um dos artistas de rock mais importantes durante o último quarto do século XX.
Esse discaço - "By The Light Of The Moon", de1987 é, sem dúvida, um dos melhores momentos da banda. Um disco de rock, com pitadas de tempero mexicano. Os destaques são para a belíssima balada "Prenda Del Alma" e o rockão "Shakin Shakin Shakes" que a gente confere agora, numa performance incendiária, seguido do megasucesso arrasa-quarteirão "La Bamba", que é pra todo mundo bailar.

domingo, 10 de dezembro de 2017

A PEDIDOS - THE BEATLES - FREE AS A BIRD

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THE BEATLES - WATCHING RAINBOWS

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"Watching Rainbows" é uma música dos Beatles, que permanece inédita oficialmente, gravada em 14 de janeiro de 1969, durante as intermináveis sessões de Get Back / Let It Be no Twickenham Studios. John Lennon faz o vocal principal e toca no piano elétrico, Paul McCartney toca guitarra e Ringo Starr, sua bateria; O baixo está ausente porque McCartney está fazendo o papel habitual de George Harrison na guitarra principal, já que, Harrison abandonou temporariamente o grupo nesta fase das sessões. Foi improvisada por Lennon enquanto ele, Ringo e McCartney estavam passando por outras duas músicas de sua autoria, "Mean Mr. Mustard" do futuro Abbey Road e a inédita "Madman", que os Beatles finalmente abandonaram depois de algumas tentativas. "Watching Rainbows" é muitas vezes associada a outras três músicas dos Beatles: A primeira é a melodia estruturalmente similar de "I've Got a Feeling" (rehearsa, de McCartney e também da inacabada "Everybody Had a Hard Year", de Lennon, cujo a junção das duas virou "I've Got a Feeling", como conhecemos. Um dos versos mais inteligíveis de toda a música é a linha frequentemente repetida "Permanecendo no jardim, esperando o brilho do sol", que seria uma reminiscência de "I Am the Walrus - "Sentado em um jardim inglês, esperando o sol". Por causa dessa ligeira semelhança, a música é muitas vezes interpretada como sendo derivada ou vagamente inspirada por "I Am the Walrus". A terceira música conectada a ‘Rainbows’, até porque estava sendo tocada antes dela é "Mr. Mustard". "Watching Rainbows" também foi o nome de um bootleg, lançado em 1978, e a música, poderia perfeitamente ter aparecido no Anthology 3, mas parece que ainda vai permanecer guardada por muitos, muitos anos.

sábado, 9 de dezembro de 2017

PARA JOHN LENNON, COM AMOR.

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Quem frequenta o Baú do Edu há mais tempo, com certeza percebeu que ontem foi o primeiro 8 de dezembro que não se falou da morte de John Lennon em todos esses 9 anos porque acho que já se falou demais nesse episódio tão trágico e todos os textos emocionados e emocionantes sobre isso, já estiveram aqui. E também porque já me enchi completamente do criminoso e do fato dele ainda estar vivo. Tenho certeza que aquele 8 de dezembro, pelo motivo mais óbvio e sombrio, se tornou inesquecível para mim, como para milhões de fãs. Mas, ainda mais inesquecíveis são todas as coisas Beatles que estão gravadas para sempre na minha memória e isso ninguém pode tirar. VIVA JOHN LENNON, FOREVER, ATÉ O FIM!

THE BEATLES - SHE LOVES YOU - SENSACIONAL!

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

THE BEATLES - TWIST AND SHOUT - YEAH!

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FOTO FOREVER - JOHN LENNON - O BARBUDÃO

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IMAGEM DO DIA - JOHN LENNON E O NOSSO TEMPO

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HOMEM DA DÉCADA? HOMEM DO SÉCULO, ISSO SIM!!!

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Quando, no final de dezembro de 1969, a BBC-TV exibiu o especial “O Homem da Década”, dedicado a John Lennon (prêmio que ele recebeu no dia 2 de dezembro em entrevista concedida à ATV), a revista Rolling Stone proclamou John Lennon como a "Personalidade do Ano" (The Man of the Year) e muitos críticos e jornalistas, contrários ao fim dos Beatles, ao lado pacifista adotado por Lennon, sua luta utópica pela paz, e à própria Yoko Ono, espalharam que na verdade, deveria receber o título de "PALHAÇO DO ANO". No que Lennon prontamente respondeu:"Parte da minha política e da Yoko é não sermos levados à sério. Somos humoristas. Todas as pessoas sérias, como Kennedy, Luther King e Gandhi, foram assassinados. Queremos ser os palhaços do mundo. Fico orgulhoso em ser ‘O Palhaço do Ano’ num mundo em que gente séria está se matando e destruindo em guerras como a do Vietnam". John Lennon foi um dos três homens nomeados por eminentes pensadores para o “Man Of The Decade”. Lennon foi indicado por intermédio do antropólogo Desmond Morris. As outras escolhas foram John F. Kennedy, escolhido por Alistair Cooke e Hi Chi Min, nomeado por Mary McCarthy. Morris, Cooke e McCarthy apresentaram um segmento de 20 minutos sobre suas escolhas como parte de um documentário encomendado pela Associated TeleVision (ATV). O documentário foi exibido no Reino Unido na terça-feira, 30 de dezembro de 1969, das 10h30 às 11h30, com a seção sobre Lennon aparecendo por último. Lennon e Morris se encontraram alguns dias antes para selecionar imagens de arquivo para acompanhar o discurso. Morris visitou Tittenhurst Park, a casa de Lennon em Ascot, Berkshire, no dia 2 de dezembro de 1969 para gravar a entrevista. A maior parte da filmagem envolveu Lennon caminhando pelos terrenos de Tittenhurst com Desmond e Yoko Ono, discutindo uma série de tópicos. Lennon descreve sua educação como uma perda de tempo, dizendo o pouco que ele aprendeu além de ler e escrever. Ele diz que muitos músicos encontram sucesso fora do sistema convencional e valores convencionais, e continua a discutir a jornada da música contemporânea desde o início do rock and roll até a psicodelia e voltar para a Terra. Lennon parece positivo sobre o futuro, falando favoravelmente sobre os festivais Woodstock e Isle of Wight e a recente guerra anti-guerra em Washington. Ele disse que cada evento foi menos violento do que um show médio dos Beatles, apesar de envolver mais jovens. Falando em drogas e meditação, ele diz que elas eram as maneiras de lidar com as pressões da vida, e descreve seu relacionamento com Yoko Ono como uma planta que precisa de cuidados constantes. Somente concentrando-se em tais relacionamentos, ele diz, e, comunicando-se abertamente, o mundo acharia harmonia. A entrevista termina com Lennon especulando que a próxima década seria boa, dizendo aos espectadores para não temer um mundo gerido por pessoas como ele. A equipe da BBC passou os próximos cinco dias filmando os Lennons em vários locais, em troca de entregar os direitos de filmagem. Grande parte disso foi usada no documentário de 1988, Imagine: John Lennon.

THE BEATLES - BAD TO ME - SENSACIONAL!

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"Bad To Me" foi uma das nada menos seis músicas que o cantor Billy J. Kramer ganhou de mão beijada entre 63 e 65 de Lennon & McCartney. As outras foram "Do You Want To Know a Secret" (que chegou ao #1 com Kramer), "I'll Keep You Satisfied", "I'll Be On My Way", "From a Window" e "I Call Your Name". Oficialmente, dessas os Beatles gravaram "Do You Want To Know a Secret" e "I Call Your Name". As outras aparecem em gravações raras. Nesse vídeo, editado mas bem feitinho, a gente confere uma versão bem rara de “Bad To Me” com os Beatles.

THE BEATLES - I WANT TO HOLD YOUR HAND!

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THE BEATLES - I WANT YOU (She's So Heavy) 2017

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A letra de "I Want You", que consiste apenas na repetição do título e na informação de que o desejo está enlouquecendo o cantor, chegou a ser citada no programa de atualidades da BBCTV 24 Hours como um exemplo das maiores banalidades da música pop. John se enfureceu, pois estava convencido de que sua simplicidade a tornava superior a "Eleanor Rigby" e "I Am The Walrus". Para ele, não se tratava de uma involução para o pop monossilábico e descuidado, era apenas economia de linguagem. "I WantYou" foi escrita como uma canção de amor para Yoko. John admitiu a influência que ela teve em seu novo estilo de compor e disse que pretendia um dia escrever a canção perfeita: com apenas uma palavra. Um poema de Yoko de 1964 consistia apenas na palavra "water".I Want You (She's So Heavy) é uma das gravações de estúdio mais complexas que os Beatles realizaram. Começou a ser gravada em fevereiro de 1969, no Trident Studios, mas só foi concluída em agosto, em Abbey Road, depois de uma infinidade de edições e vários overdubs. "I Want You" é um excelente exemplo do apetite insaciável do grupo para usar as últimas novidades técnicas de gravação em uma constante busca por novos sons no mundo de gravação e da tecnologia. Lennon parecia decidido a combinar alguns dos sons mais pesados da época, como Jimi Hendrix e Cream, usando um riff de blues encharcado com espessas camadas de guitarra, efeitos de sintetizador Moog, e uma minimalista melodia vocal. Depois de 35 tomadas da faixa básica, uma edição foi feita dos três melhores partes takes, que apresentam uma série de mudanças de tempo, balançando alternadamente a partir de um, se arrastando, riff denso mais lento para um lounge quase jazz. Lennon imita sua própria melodia vocal, dobrando as notas de sua guitarra. As mudanças na intensidade da voz de Lennon, vão desde um sussurro dolorido para gritos rudes da alma, repetindo segudamente os versos simples da canção, "Eu quero você / Eu te quero tanto, querida / Eu quero você / Eu te quero tanto / isso me deixa louco / isso me deixa louco". O tecladista Billy Preston adiciona as texturas apropriadas através das muitas mudanças, a partir de um descontraído tom de notas de órgãos nas seções jazzy mais leves para uma arrogância durante os momentos mais pesados da canção. A banda apresenta uma fluidez impressionante, especialmente Paul McCartney, mostrando evoluções consideráveis na linha do seu baixo, pulsando um fluxo constante de notas de seus instrumentos através dessas várias mudanças. Não foi até a sessão de 11 de agosto que Lennon introduziu a linha de guitarra de apoio, acompanhando poderosamente a letra cantada por Lennon, McCartney e George Harrison, aparecendo durante as últimas seções os riffs de guitarra circulares pesados da canção. Os últimos três minutos são consumidos por um redemoinho das guitarras e overdubs em muitas camadas usando recursos de rastreamento de estúdio recém-expandidas. Lennon também construiu um redemoinho monstruoso de som denso usando um dos primeiros sintetizadores Moog combinado com um gerador de ruído branco. Com as guitarras agitadas a martelar, a parede de ruído branco, eventualmente, começa a engolir o resto da música antes que a faixa seja encerrada de forma dramática, deixando um silêncio ensurdecedor. No passado, Lennon disse que a fita tinha corrido simplesmente para fora, criando esse final único, mas desde então essa versão tem sido refutada pelo engenheiro sessão Alan Parsons no livro detalhado de Mark Lewisohn "The Beatles Recording Sessions: The Official Abbey Road Estúdio Session Notes", recordando: "Nós estávamos colocando os últimos retoques para fechar o lado 1 do LP e fomos ouvir o mix. John disse: 'Não! Cortem a fita aqui!" E Geoff Emerick cortou. Fim do lado 1. O seu final abrupto, editado propositalmente por John, também foi, na época, muito comentado por ser inusitado em termos musicais. Outra coisa interessante nela é a duração de quase oito minutos: um tamanho desproporcional para as canções dos Beatles, só ficando atrás de Revolution 9. Participaram das sessões de gravação: John Lennon: vocal, vocalização, guitarra solo, sintetizador moog, efeitos sonoros, órgão Hammond; George Harrison: guitarra, vocalização; Paul McCartney: baixo, vocalização; Ringo Starr: bateria e Billy Preston: órgão.